quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Desvendado mistério do extraterrestre encontrado na Rússia

quem nunca viu o seguinte vídeo:


ele é bem antigo e só agora foi desvendado seu mistério. a polícia da Rússia resolveu investigar pois pensavam se tratar do corpo de alguma criança morta, então entraram em contato com as pessoas que fizeram o vídeo, e elas revelaram que não passava de uma farsa. segundo eles, o extraterrestre foi feito com pedaços de pão e pele de frango. bastante criativo não? São vídeos desse tipo que atrapalham os ufólogos sérios que estão preocupados em revelar a verdade para o povo, que trava o assunto como brincadeira.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

CIENTISTAS ESTÃO DESENVOLVENDO NAVE QUE VIAJA MAIS RÁPIDO QUE A LUZ


Alguns meses atrás, o físico Harold White chocou o mundo da aeronáutica quando anunciou que ele e sua equipe da NASA começou a trabalhar no desenvolvimento de um motor de dobra que pode viajar mais rápido do que a luz. O ambicioso projeto faria com que uma nave chegasse à outras estrelas em questão de semanas – isso sem violar a teoria da relatividade de Einstein. 
A ideia está baseada nas equações do físico Miguel Alcubierre. Em seu artigo intitulado “Dobra espacial: Velocidade Ultra-Rápida Dentro da Relatividade Geral”, de 1994, o físico sugeriu um mecanismo no qual o espaço-tempo pode ser distorcido em dois na proa e na popa da espaçonave.
Experimental Warp DriveO renomado físico Michio Kaku apelidou a ideia de Alcubierre como “o passaporte para o universo”. Ela tira proveito de um truque no código cosmológico que permite a expansão e contração do espaço-tempo, e permite a viagem ultrarrápida para outros sistemas planetários. Basicamente, o espaço vazio atrás da nave espacial seria desenvolvido para se expandir rapidamente, empurrando a nave para frente. Os tripulantes da nave perceberiam isso como um movimento, apesar da total falta de aceleração.
Segundo White, poderíamos realizar uma viagem interestelar para Alpha Centauri em meras duas semanas – apesar dos mais de 4 anos-luz que a separa do nosso sistema solar, algo que uma nave comum levaria dezenas de milhares de anos para efetuar.
Falando da engenharia do motor responsável por essa façanha, um objeto esférico (a nave) seria colocado entre duas regiões do espaço tempo (uma expansão e uma contração). Uma “bolha de dobra” geraria o que se move no espaço-tempo ao redor do objeto, efetivamente reposicionando-o. Como resultado, teríamos uma viagem mais rápida do que a luz, sem que a nave tenha que se mover em relação à sua estrutura local de referência, ou seja, o motor irá comprimir o espaço à frente e expandir o espaço atrás de si, movendo-o para um outro lugar sem sofrer nenhum dos efeitos adversos dos métodos de viagem mais rápida que a luz. Desse modo, não há uma violação da relatividade de Einstein.
“Lembre-se que nada localmente excede o limite da velocidade da luz, mas o espaço pode ser expandido e contraído em qualquer velocidade”, disse White. “Contudo, o espaço-tempo é realmente rígido, então para criar o efeito de expansão e contração de uma forma útil para nós é necessário uma boa quantidade de energia”.
E de fato, cálculos preliminares sugeriam que era necessário uma grande quantidade de energia para distorcer o espaço-tempo. Mais ou menos a mesma massa-energia do gigante gasoso Júpiter (que é 1.9 × 1027  ou 317 vezes a massa do nosso planeta). Assim, a ideia se torna muito impraticável. Embora a natureza permita uma velocidade de dobra, ainda não seríamos capazes de criá-la.
“Contudo,” disse White, “baseado em analises dos últimos 18 meses, existe alguma esperança. A chave está na alteração da geometria da própria dobra espacial.
Em outubro do ano passado, White estava se preparando para dar uma entrevista para o 100 Year Starship, em Orlando (EUA), quando notou que se otimizasse a espessura da bolha de dobra e oscilasse sua intensidade para diminuir a rigidez do tecido do espaço-tempo, seria possível diminuir a quantidade de energia para fazer isso. Para se ter uma ideia, a quantidade de energia que seria exigida é menor do que a Voyager I precisou.
E de fato, muita energia será economizada. De 317 vezes a massa do planeta Terra até um objeto de somente 700 kg. Assim, a ideia se torna muito mais próxima da realidade.
Na teoria tudo está muito claro e funcional. Os primeiros experimentos práticos estão começando agora. Engenheiros da NASA estão simulando uma bolha de dobra em miniatura para simular a distorção no espaço-tempo em escalas muito reduzidas.
Ainda não é certo se será possível realizar viagens interestelares mais rápido que a velocidade da luz, através de uma brecha na relatividade. Ainda os efeitos para a nave e seus tripulantes também não são conhecidos. Em teoria, está tudo perfeito, mas na prática ainda levará algum tempo para que esse sonho se torne realidade. [io9]

CONHEÇA AS TEORIAS DE ZECHARIA SITCHIN

NIBIRU E OS ANUNNAKIS
Anunnaki significa “Aqueles que desceram dos céus” na língua suméria; para os hebreus eram Nefilim, Elohim e para os egípcios antigo, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos e cinqüenta anos são a base da teoria de que uma avançada civilização proveniente de Nibiru- um planeta distante, mas do nosso próprio sistema solar - desembarcou na antiga Mesopotânia a aproximadamente 450 mil anos atrás; eram os Anunnaki, alienígenas que colonizaram a Terra com o propósito de extrair grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.
Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a declinar em virtude da pouca produtividade e rebeliões dos escravos humanos, especialmente nas minas. “Os Anunnaki decidiram então criar um novo ser para substituir os humanos primitivos.
O geneticista Enki e o chefe de medicina Ninhursag, realizaram diversas experiências e criaram um híbridos usando material do homo-erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo-sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Como os primeiros homo-sapiens eram híbridos, não se reproduziam. Como precisavam de mais escravos e o tempo que dedicavam para criarem mais servos estava comprometendo os volumes de produções, realizaram novas experiências que permitiram a auto-procriação de suas criaturas.
Quando os sapiens tornavam-se muito numerosos, parte deles era expulso das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se pelo planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Mas isto era uma situação inaceitável para a elite dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há aproximadamente de 12 mil anos atrás.
Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas localizadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, como também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em praticamente todo o mundo.
Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sócio-político fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência direta dos próprios Anunnaki: eram os “Iniciados”, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio “colégios” - os “colégios dos mistérios”.
Mistério de Tiamat - O outro nome da Terra
Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava “Terra”. O nome “Terra”, do grego gaia, é uma inovação recente. O antigo nome do nosso planeta é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que conhecemos hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, habitado, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, foi amplamente estudado pela NASA e cientistas de outros órgãos.
Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema do nosso Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior - parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.
O “Sistema Regional de Sírius” gira em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Plêiades ou “Quadrante das Plêiades”. O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Láctea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do mega sistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de catástrofes apocalípticas. 
A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a “descoberta” de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.
Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.
Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite - registrou informações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicadas na imprensa norte-americana sobre “…mais um planeta em nosso sistema solar, denominado intruder”. Os cientistas iniciaram, então, a confrontar dados da astronomia clássica com traduções de Zecharia Sitchin, especialmente com a tradução de ‘Enuma Elish’, “…que narra a história da formação deste sistema solar”! São dados antiguíssimos que falam “…do planeta Tiamat, do tamanho de Urano, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter”.
O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas.
Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a nossa Lua”.
O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru ocorre de uma questão bem prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo “intruso”. Hoje, especula-se, que Nibiru pode ter provocado a extinção da vida em Marte, o fim dos dinossauros e o dilúvio bíblico.
EVIDÊNCIAS TECNÓLOGICAS
Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que, por suas sofisticações, surpreendem estudiosos e cientistas. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica e acadêmica a exemplo de: No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.
Mais recentemente, a redescobeta de ouro monatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material foi produzido há 3 mil anos atrás.
EVIDÊNCIAS DOCUMENTAIS
O registo histórico documentado sobre a existência e as realizações dos Anunnaki começaram a aparecer nos primeiros anos do século 19. Diversas escavações arqueológicas na Mesopotânia (atual Iraque) acabaram revelando que “a aproximadamente 6 mil anos atrás houve uma avançada civilização na Suméria”! Centenas de placas de argila contendo informações relacionadas não somente com às questões do cotidiano, a exemplo do comércio, casamentos, ações militares, sistema de cálculos astronômicos, etc., mas também placas com escrita cuneiformes falando dos Anunnaki!
Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de “carne e osso”. A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 placas cuneiformes que contém a história de tempos muito antigo; uma espécie de “cápsula do tempo” feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.
EVIDÊNCIAS GENÉTICAS
Os registros sumérios localizam o “…laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo-sapiens na região leste da África Central”. Coincidentemente é a mesma área onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial - do fóssil que ficou conhecido como Lucy - e, ruínas de minas de ouro com mais de 100 mil anos. Parte desse documentos descrevem, ainda, avanços da engenharia genética! Vale registrar que o rápido progresso da espécie humana sapiens é notavelmente anômalo face aos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo-erectus.
Alguns dados “científicos” na imprensa
1. Nibiru é um de muitos planetas que orbitam uma Estrela Escura (Dark Star) ou Anã Marrom (Brown Dwarf). Esta Estrela Escura tem ao todo sete planetas: cinco pequenos, Homeworld (o sexto planeta, do tamanho e similar à Terra) e Nibiru, o sétimo planeta - embora haja dúvidas se seja realmente um planeta.
2. Quando a Estrela Escura fica no periélio (posição mais próxima do nosso Sol), entre 60 e 70 AU (AU = Astronomical Unit - unidade astronômica igual à distância média entre a Terra e o Sol. aproximadamente 150 milhões de quilômetros, ou 500 segundos-luz / 8 minutos-luz), a órbita de Nibiru, que fica a 60 AU da Estrela Escura, possui uma órbita suficientemente alongada para atravessar nosso sistema solar, geralmente nas proximidades da órbita de Júpiter, apesar dessa órbita poder variar.
3. A inclinação orbital de Nibiru é cerca de 30 graus em relação ao nosso plano solar ou da eclíptica. Quando Nibiru atravessa nosso sistema solar em movimento retrógrado (sentido oposto em relação aos demais planetas) gera gigantescas e generalizadas perturbações electromagnéticas que afeta os corpos celestes próximos.
4. Quando Nibiru se aproxima do nosso sistema solar interior, ele acelerará rapidamente por debaixo da eclíptica, passando atrás e por baixo do Sol antes que ele passe para cima da eclíptica num ângulo de 33 graus.
5. Do polo sul ou extremo sul da Austrália, Chile ou Argentina, Nibiru pôde ser visto pelas pessoas em de 15 de maio de 2009 - como uma estrela vermelha brilhante do tamanho aproximado da nossa Lua. Ele se moveu de baixo - a partir da órbita da terra - para cima.
6. A partir de junho de 2011, todos na terra poderão ver Nibiru a olho nú.
7. Em 7 de Setembro de 2012, será o dia em que Nibiru estará mais próximo da terra: somente a 1,4636 UA (219,6 milhões de quilômetros - 731,8 segundos-luz / 12,20 minutos-luz).
8. Em 21 de Dezembro de 2012, Nibiru estará a 2,7950 UA (419,3 milhões de quilômetros - 1.397,5 segundos-luz / 23,292 minutos-luz) da terra. Esta não é uma data crítica para o planeta terra.
9. Em 27 de Abril de 2013, entre as 6 horas da manhã até às 11 horas da noite, Nibiru estará a apenas 1,5720 UA (235,8 milhões de quilômetros - 786 segundos-luz / 13,1 minutos-luz) da terra, se afastando continuamente dessa parte da galáxia até regressar novamente em aproximadamente 5614.
Informações que se enlaçam?
1. “Astrônomos reputados acreditam na existência de um planeta desconhecido - um planeta X - em algum lugar além da órbita de plutão pois afirmam que é a única forma de esclarecer as anomalias detectadas nas órbitas de Netuno e Urano…” New York Times, em 19 de Junho de 1982.
2. Em 1982 a NASA reconheceu publicamente a possibilidade de existir um planeta extra solar. Um ano depois, “…numa espécie de frenética corrida espacial”, a NASA lança o IRAS - Infrared Astronomical Satellite.- projeto patrocinado pelos Estados Unidos, Inglaterra e Holanda. Este sofisticado satélite, lançado com o mínimo de informações sobre seus objetivos, acabou ”localizando um enorme corpo celeste”, como foi divulgado em 1983 pelo jornal Washington Post, em entrevista à Gerry Neugebauer, cientista chefe do JPL-IRAS (Jet Propulsion Laboratory), que afirmou: “Um corpo celeste provavelmente tão grande como Júpiter e tão próximo da Terra, podendo inclusive ser parte do nosso sistema solar, foi encontrado próximo à constelação de Orion. Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é isso”.
3. No inicio de 1984 a NASA anuncia a construção de um potente telescópio no Polo Sul: SPT - South Pole Telescope. No inicio de 2006 Nibiru iniciou a ser observado e estudado a partir deste telescópio. 4. Em Março de 2007 a Noruega e a ONU firmam parceria para construção de uma “Caixa Forte Internacional de Sementes” com o declarado objetivo de “salvar a agricultura mundial no caso de catástrofes futuras…”
5. Três exemplos de informações divulgadas pela imprensa que estão gerando outras interpretações, “…como se parte das lideranças mundiais desejasse convencer a sociedade humana sobre a existência de vida for a da Terra”:Vaticano admite que pode haver vida fora da terra; astronautas da missão Endeovour estão convencidos de que há vida extraterrestre; Inglaterra abre arquivo secreto sobre OVNIS, etc.
Observando o Planeta X
Em Maio de 2009, quem observou cuidadosamente o nascer ou pôr do Sol no extremo sul do nosso planeta (Polo Sul, Austrália, Argentina ou Chile) pôde ver um “pequeno sol vermelho, ao lado do nosso já conhecido Sol. Este é o Planeta X ou Nibiru como muitos hoje o denominam.
Algumas especulações divulgadas na web
1. Os Annunaki, “os Gigantes ou Deuses de Antigamente”, habitam Homeworld. Nibiru é na maior parte inabitável.
2. Nibiru e/ou suas luas foram responsáveis pela destruição de Maldek, que agora é o Cinturão de Asteróides (localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter). Ele também causou as crateras e cicatrizes superficiais na nossa Lua e nos planetas do nosso sistema solar, assim como as inclinações axiais variáveis dos planetas em suas órbitas.
3. Nibiru pode ter causado o afundamento de Lamuria, Atlântida e o Dilúvio de Noé.
4. Membros da NASA, Pentágono, Departamento de Defesa americana, Serviços de Inteligência Militar internos, SETI (Search for Extra-Terrestrial Inteligence) e CIA especulam que 2/3 da população do planeta podem morrer durante cataclismos planetários que culminará com a inversão dos pólos; causados pela passagem de Nibiru.
5. Essas mesmas agências governamentais e públicas também estimam que outros 2/3 dos sobreviventes poderão morrer de fome, sede, frio e outros agentes climáticos, nos 6 meses após a passagem de Nibiru.

LIGAÇÕES DO FILME PROMETHEUS COM OS ANUNNAKI


Membros da expedição de “Prometheus” explorando uma estrutura do satélite LV-223. Da esquerda para a direita, o arqueólogo Charlie, a arqueóloga Elizabeth e o android David. (Imagem cortesía de Scot Free Productions)

Embora pareça surpreendente, o argumento do filme “Prometheus” poderia estar inspirado nas investigações de Zecharia Sitchin que sustenta que seres extraterrestres chamados Anunnaki foram os criadores da vida na Terra. (Alerta: Se você ainda não viu o filme e pretende vê-lo, recomendamos que pare por aqui e que não continue lendo este artigo porque revelaremos alguns detalhes do argumento e poderíamos estragar a sua ida ao cinema.)
Como veremos neste artigo, as declarações de Ridley Scott, diretor do filme, deixam claro que o argumento de “Prometheus” está inspirado nas teorías que sustentam que foram os extraterrestres os que criaran ou semearam a vida na Terra e inclusive relacionam a Jesús com os alienígenas.

A nave “Prometheus”, batizada com esse nome em homenagem ao mito grego do mesmo nome. (Imagem cortesía de Scot Free Productions)

A ideia por trás do filme é que, há milhares de anos,  uma raça de seres extraterrestres introduziu no planeta Terra uma série de componentes genéticos com o objetivo de desenvolver vida inteligente. Logo, estes seres abandonaram o planeta rumo a um novo destino. No ano 2093, um grupo de arqueólogos terrestres basándo-se em algumas representações artísticas das culturas antigas conseguiram decifrar que constelação espacial e sistema planetário poderiam ter ido estes seres e decidem ir buscá-los.
Não é difícil perceber que a ideia de que algumas representações artísticas das culturas antigas parecem ser um mapa estelar está inspirada nas investigações de Zecharia Sitchin sobre os sumérios e seus deuses, os Anunnaki. Especificamente, a ideia poderia estar inspirada na análise que Zecharia Sitchin faz do cilindro-selo sumério VA-243 que podemos apreciar abaixo. ( Se desejar ler mais sobre este selo clique aqui)

Cilindro-selo sumério VA-243 que, segundo Zecharia Sitchin, mostra a existência e localização do planeta Nibiru, do qual teriam vindo os deuses sumérios conhecidos como os Anunnaki.

Dentro das investigações de Zecharia Sitchin, encontramos algo ainda mais parecido a um mapa estelar: o famoso planisfério K8538. Segundo Sitchin, este planisfério é um mapa que mostra a rota que seguiram as naves Anunnaki para chegar ao planeta Terra. (Se desejar ler mais sobre este planisfério clique aqui)

Detalhe de um dos segmentos do disco neo-asirio K8538. Na parte superior podemos ver a tradução de Zecharia Sitchin e na parte inferior o segmento original.

Quando a arqueóloga Elizabeth Shaw explica à tripulação da nave “Prometheus” que o mapa estelar se encontra repetido nas representações artísticas de várias das culturas da antiguidade, uma das imágens apresentadas como evidência é um cilindro-selo sumério, onde se lê claramente: “Assentamento inicial sumério, baixo Eridu” (ver imagem abaixo). Eridu não é um nome inventado pelos produtores do filme “Prometheus”. Eridu é o nome de uma das cidades mais antiguas do mundo, localizada no sul da Mesopotâmia e construída ao redor de 5,400 a.C.
Segundo um documento denominado a “Lista suméria de reis”, Eridu foi a primeira cidade no mundo. A primeira linha deste documento diz: “Quando o reinado desceu dos céus, o reinado se estabeleceu em Eridu.

Ao fundo aprecia a cena em que Elizabeth Shaw mostra os “mapas estelares” das culturas antigas. À direita uma representação claramente inspirada na cultura suméria. Abaixo direita, se lê “early Sumerian settlement lower Eridu” (“Assentamento inicial sumério, baixo Eridu”) (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Nessa mesma reunião, entre a arqueóloga Elizabeth Shaw e a tripulação da nave “Prometheus” se mostra outra imagem com rasgos que poderão qualificar-se como sumérios que inclui o que parece ser uma representação do Deus Sol Shamash.

Nesta imagem podemos ver outra representação com traços sumérios, ou em todo caso, com traços que pertenecem às culturas que se desenvolveram na Mesopotâmia. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Ainda há mais conexões sumérias.
Um dos momentos mais impactantes do filme é quando os exploradores descobrem uma cabeça gigante esculpida numa das paredes do que parece ser um templo. A escritura que adorna a cabeça é muito parecida à escritura cuneiforme suméria (ver imagem abaixo).

Comparação entre uma tábua suméria com escritura cuneiforme (abaixo) e a escritura encontrada na cabeça gigante (acima). (Imagen cortesía de Scot Free Productions)

A escritura que os exploradores encontram nas paredes da estrutura extraterrestre também é muito parecida à escritura cuneiforme suméria (ver imagem abaixo).

As paredes da estrutura extraterrestre que a equipe de “Prometheus” encontra no satélite LV-223 estão escritas no que parece ser escritura cuneiforme. (Imagem cortesía de Scot Free Productions)

Por último, o android David percebe que a única forma de ativar a nave extraterrestre é tocando uma melodia numa pequena flauta (ver imagem abaixo). Embora muitas das culturas antigas tivessem um certo conhecimento musical, a cultura suméria é a primeira que desenvolveu um sistema de notação musical chegando a compôr algumas melodias para vários instrumentos.

O android David antes de utilizar a flauta (círculo vermelho) para ativar a nave extraterrestre. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Estamos perante uma versão cinematográfica dos Anunnaki?
O argumento do filme “Prometheus” incluiu vários elementos sumérios que nos indicam que aqueles que escreveram o enredo conheciam as teorías sobre os Anunnaki e o planeta Nibiru. O fato de que a palavra Anunnaki não seja mencionada pode ser uma questão de tempo, já que poderiam mencionar na segunda parte, ou então os roteiristas tenham decidido se referir aos Anunnaki indiretamente. Em todo caso, não temos certeza de que os “engenheiros” são os Anunnaki porque a história ainda não foi desenvolvida o suficiente.
Vale ressaltar que se Hollywood colocou esta ideia na tela dos cinemas é porque cada vez mais existem mais pessoas que duvidam da história oficial ou a que nos contaram. O mesmo Ridley Scott confirmou que o filme está inspirado nas teorías que sustentam que as civilizações antigas foram visitadas por seres que chegaram do espaço:
A NASA e o Vaticano estão de acordo em que é quase matemáticamente impossível que estemos onde estamos agora sem ter recebido uma pequena ajuda no caminho. Isso é o que contemplamos no filme, contemplamos algumas das ideias de Erich Von Daniken sobre nossas orígens. Um de seus livros mais famosos foi “Carros dos deuses”. Todos pensavam que estava louco porque afirmava que a humanidade era a criação dos deuses. Se você se remontar ao século XIX, no tempo de Darwin, e se contemplar as ideias de Darwin, a tese darwiniana, que parece muito lógica, logo você vai além e olha mais matemáticamente para a viabilidade de que estemos sentados aqui, estou falando com você e tenho esta coisa (levanta seu celular) que parece saida de “Viagem nas estrelas”. Há trinta anos você não imaginaria que esta coisa poderia existir.


Ridley Scott, o diretor do filme “Prometheus” fez uma série de controversas declarações sobre as orígens da espécie humana. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Não é necessário muito esforço para perceber que se Ridley Scott faz uma afirmação como a anterior, onde envolve o Vaticano e a NASA, possui os estúdios cinematográficos apoiando o que diz. Ou seja, têm a permissão dos estúdios para dizer isto. Em Hollywood muito dinheiro circula e um comentário desafortunado do diretor de um filme pode gerar recusa no público e converter o filme num fracasso de bilheteria. Os filmes são antes de tudo grandes negócios e ninguém está disposto a perder dinheiro porque o diretor começou a falar besteiras.
Então, para os empresários de Hollywood, a ideia de que fomos criados por extraterrestres possui uma ótima acolhida no público e por isso não existe o temor de que comentários como os de Ridley Scott prejudiquem o êxito do filme “Prometheus”.
Sigamos com as declarações de Ridley Scott:
As coisas mudaran tão dramáticamente que podemos começar a contemplar a ideia de que toda nossa história pode estar errada. Agora existe uma mudança de atitude por parte da NASA, a igreja e inclusive Stephen Hawking. Nos últimos trinta anos, temos passado de ‘é muito improvável que exista alguém mais em nossa galáxia’ a admitir que provávelmente existem milhares de formas diferentes de vida em nossa galáxia. Acredito que Hawking disse ‘esperemos que não nos visitem’ e creio que a igreja também admitiu que não seria contra a palavra de Deus aceitar que existem outras formas de vida nesta galáxia. Quém nos ajudou? Quém tomou as decisões corretas? Quém esteve empurrando e trabalhando para nos ajustar? Essa é uma pergunta justa.


O android David consegue ativar o controle de voo da nave extraterrestre e percebe que estava programada para dirigir-se à Terra. O que sustenta em suas mãos é uma representação holográfica da Terra. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Um dos aspectos do filme que mais a relaciona con a ideia de que os extraterrestres foram os que semearam a vida na Terra é a primeira cena. Nela aparece um destes seres extraterrestres,  denominados como os “engenheiros” pelos arqueólogos terrestres, de pé à beira de uma grande catarata. O “engenheiro” abre uma pequena caixa, bebe um líquido e começa a desintegrar-se. Seus restos caem na catarata.
Segundo Ridley Scott, este é um ritual através do qual os “engenheiros” semeiam a vida nos planetas que viajam, o líquido faz com que seu corpo se desintegre e se una à matéria orgânica do planeta, anos depois esta substância gerará vida:
A sequência no início do filme é fundamentalmente criação. É uma doação, no sentido que o peso e a construção do DNA destes extraterrestres está além do que podemos imaginar. Pode ser qualquer lugar, ou qualquer planeta. Tudo o que está fazendo (o engenheiro) é atuando como um jardineiro no espaço. A planta é a vida, de fato, é a desintegração de si mesmo.

Imagem extraída da sequência onde o “engenheiro” se desintegra e cai na catarata depois de beber um estranho líquido. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

A ideia de que um organismo extraterrestre poderia ter chegado à Terra para semear a vida foi explorada pelo Prêmio Nobel de Medicina e co-descobridor do DNA, Francis Crick, sob o nome de Panspermia.
O problema é que no filme percebemos que os “engenheiros” pensavam destruir a humanidade. Enquanto a expedição da nave Prometheus explora o planeta dos “engenheiros”, o android David descobre que estes seres extraterrestres pensavam regressar ao planeta Terra (ao redor do ano 93 d.C.) equipados com uma letal arma biológica. A pergunta que muitos fazem é; por que estes seres queriam nos destruir se foram eles os que nos criaram? A resposta a possui o diretor Ridley Scott:
Se olhar o cenário de nossos antepassados, há momentos em que que parecia que estávamos fora de controle, correndo com saias e armaduras, me refiro é claro ao Império Romano, e lhes foi permitido fazê-lo por quase mil anos, e você pode dizer, ‘enviemos a um de nossos emissários para ver se é possível deter isto’. E adivinhe, o crucificaram.


Esta imagem pertence à sequência inicial do filme mas não foi incluida no corte final. Nesta podemos ver que antes de que o “engenheiro” beba o líquido que o desintegrará ocorre um ritual onde participam outros de sua espécie. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

Ficou claro, para Ridley Scott e companhia, Jesus foi um extraterrestre. Foi um dos “engenheiros” enviados à Terra para nos ensinar o caminho e nós, tão civilizadamente, não tivemos melhor ideia que crucificá-lo.
Se os “engenheiros” são ou não são os Anunnaki ou se Jesús foi também um Anunnaki não é o mais importante.
Para todos os que não estão de acordo ou não estão satisfeitos com a história como nos contaram, o filme “Prometheus” é um pequeno triunfo que nos indica que cada vez mais pessoas estão duidando da versão convencional da história do mundo antigo. É um grande passo adiante que o filme “Prometheus” se adere abertamente à teoria que sustenta que a vida na Terra foi criada por seres extraterrestres e que, ademais, apoie indiretamente a ideia de que os sumérios provávelmente tiveram contato com civilizações extraterrestres.
“Prometheus” nos leva às perguntas transcendentais da vida mas desde uma perspectiva que não está encadeada a nenhum dos paradigmas de turno. Ridley Scott assegura que a continuação de “Prometheus”, se for feita, tratará de responder a essas perguntas:

Outra sequência da cena inicial que não foi incluída no corte final do filme. (Imagem cortesia de Scot Free Productions)

“Prometheus” nos leva às perguntas trascendentais da vida mas desde uma perspectiva que não está encadeada a nenhum dos paradigmas de turno. Ridley Scott assegura que a continuação de “Prometheus”, se for feita, tratará de responder a essas perguntas:
Bom, desde o início, eu estava trabalhando com uma premisa que me levava a uma continuação. Realmente não quero conhecer Deus na primeira parte. Quero deixar aberto a Elizabeth Shaw quando diz ‘Não quero voltar ao lugar de onde eu vim, quero ir ao lugar de onde eles vieram’ .
Quém nos criou? Por que estamos aqui? Ou, quém é Deus? São reflexões que nos presenteia “Prometheus” se conseguirmos olhar além dos efeitos visuais, as explosões e as acrobacias de ação.
O robô David interpretou uma melodia numa pequena flauta e conseguiu ativar a nave dos “engenheiros”,  Os Divulgadores temos a esperança que a melodia que ouvirão a continuação tenha o mesmo efeito em suas mentes. Esta melodia pertence ao ano 1,400 a.C. e foi encontrada escrita em tábuas de barro na antiga cidade Síria de Ugarit. Seu nome é “Hino Hurriano Nº 6″ e é a composição musical escrita mais antiga que conhecemos.

OVNI NA LUA

Vídeo dos arquivos da nasa, filmados pelo renomado astronauta Buzz Aldrin.


DISCO VOADOR SENDO TRANSPORTADO NO MÉXICO

Vídeo recente e interessantíssimo mostrando o governo mexicano transportando um disco voador.


Bastante curioso, mas... seria real? Não posso comprovar a veracidade do vídeo, mas deixem sua opinião.

NOVO AUTO-RETRATO DO ROBÔ CURIOSITY


Um autorretrato do robô Curiosity, que está em Marte, divulgado na sexta-feira (22) oferece uma visão panorâmica da localização do jipe no mês de fevereiro, na região da Baía de Yellowknife, na cratera Gale.
Autorretrato do robô Curiosity divulgado no dia 22 (Foto: Nasa/Divulgação)Autorretrato do robô Curiosity divulgado no dia 22 (Foto: Nasa/Divulgação)
A imagem foi feita para mostrar o local onde, pela primeira vez, um robô escavou rochas marcianas. A amostra de rocha foi pulverizada pelo Curiosity em Marte e o pó será analisado. Uma broca presente no equipamento foi utilizada para perfurar pedras do planeta vermelho no início deste mês.
Na foto divulgada pela agência espacial americana Nasa, é possível observar o buraco de 1,6 centímetros de diâmetro que foi feito para a coleta de amostras.
Detalhe da imagem onde aparece um buraco feito pelo robô (Foto: Nasa/Divulgação)Detalhe da imagem onde aparece um buraco feito pelo robô.
O braço mecânico do robô, onde se localiza o dispositivo fotográfico, não é visto porque a imagem panorâmica é uma combinação de 66 fotos. Elas foram feitas quando essa parte do equipamento estava posicionada fora do raio de captura.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

COMUNICADO AOS LEITORES DO PORTAL ATLANTIS

por: David Mattos

Olá caros amigos, como nosso blog é novo, um projeto novo, queremos pedir a vocês para nos dar um apoio. como fazer isso?

É só seguir o Portal Atlantis aqui para ficar por dentro de todas as novidades.
Como sempre vamos tentar trazer com o máximo de profissionalidade e com um olhar cético os acontecimentos do mundo, ufológicos e astronômicos.

então vou deixar aqui esse pedido para vocês. Sigam o Blog (Que em breve terá um domínio própio) e se possível ajudem na divulgação. Fazendo isso vocês estarão ajudando muito!

Obrigado.


ALGO A SE PENSAR SOBRE DEUS...

Hoje trago pra vocês um vídeo meio antigo mas que serve para pensar. não sou rude quanto a esse assunto, apenas sou cético, não acredito até que me provem. e esse vídeo fala de coisas um tanto quanto curiosas... se alguém se interessar, segue o vídeo:


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

9 CASOS FAMOSOS NA UFOLOGIA BRASILEIRA


01 - Antônio Vilas Boas

Em 16 de outubro de 1957, em São Francisco de Sales, no Sul do Estado de Minas Gerais, o falecido lavrador Antônio Vilas Boas estava em seu trator, durante à noite, quando um disco voador pousou bem perto. Quando o Antônio pensou em sair correndo, se viu cercado por quatro tripulantes, que o agarraram e o levaram para dentro do disco voador. Após ter suas roupas retiradas, passaram uma espécie de creme em todo o seu corpo e também retiraram sangue do seu queixo, com o auxílio de uma espécie de agulha. Logo depois entrou uma mulher extraterrestre naquela sala e acabou tendo relação sexual com o Antônio. Após colocar as roupas, Antônio foi devolvido no mesmo lugar.


02 - Fortaleza de Itaipú
Na noite de 03 de novembro de 1957, na Fortaleza de Itaipú, na Praia Grande, no Estado de São Paulo, um disco voador veio do Oceano Atlântico e parou em cima da Fortaleza. Ocorreu um "black out" elétrico em toda a região. O disco voador projetou uma luz avermelhada que atingiu dois sentinelas, os quais tiveram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau. O estranho é que tais queimaduras não ocorreram nas partes expostas, como as mãos e o rosto e sim por debaixo da roupa. As Forças Armadas negam até hoje esse fato.

03 - Fotografias de Almiro Baraúna

Fotografia tirada por Almiro Baraúna, na ilha Trindade-ES, à bordo do Navio Almirante Saldanha. Esta, entre outras sequências deste OVNI foi liberada à imprensa pelo Presidente Jucelino Kubitschek, em 1958.

Logo depois, em 16 de janeiro de 1958, Almiro Baraúna, à bordo do navio Almirante Saldanha, próximo à Ilha da Trindade, no Estado do Espírito Santo, fez quatro fotos de um disco voador, em forma de Saturno, com o testemunho de mais de cinqüenta marinheiros. As fotos foram reveladas à bordo do navio. As testemunhas confirmaram que as fotos eram do objeto que viram. Essas fotos foram liberadas à Imprensa com o aval da Marinha e do falecido Presidente da República Juscelino Kubitschek. Foi calculado que o objeto estava voando aproximadamente na velocidade de 900 Km/h, que tinha um diâmetro de 40 metros e 7 metros de altura. Bem mais tarde, a GSW analisou as fotos com computador e concluiu serem autênticas, tendo o objeto realmente grandes dimensões.

04 - Inácio e os ETs
Em 13 de agosto de 1967, na fazenda Santa Maria, na cidade de Crixás, no Estado de Goiás, por volta das quatro horas da tarde, ainda de dia, o capataz Inácio, juntamente com sua esposa Maria, retornavam da cidade, quando avistaram um estranho objeto, em forma de bacia invertida, pousado no campo particular de pouso de aviões pequenos da fazenda. Inácio imaginou que era algum veículo novo do Exército sendo testado pelo dono da fazenda, Ibiracy de Morais, um rico fazendeiro, o qual foi presidente do Banco do Brasil. De longe, viram o que parecia três "crianças", ao lado do estranho objeto. Ao se aproximar mais, Inácio pensou que as "crianças" estavam nuas. Achou aquilo um afronto à sua mulher. Quando os seres viram o casal, passaram a correr em sua direção. Inácio, ao ver que eram estranhos seres, pegou sua espingarda e mirou na testa de um dos seres (Obs.- Ibiracy nos confidenciou que o Inácio conseguia acertar um pombo, em pleno vôo, a mais de 50 metros de distância, ou seja, era um exímio atirador). Na distância de 60 metros, o Inácio disparou e o ser caiu. No mesmo instante, um jato de luz verde, tipo laser, saiu do objeto e atingiu o ombro esquerdo do Inácio, o qual desmaiou na hora. Maria disse que os outros dois seres pegaram o terceiro ser no solo e o levou para dentro do disco voador, o qual levantou vôo em alta velocidade. Inácio foi atendido em um hospital de Goiana, Capital de Goiás. No local onde o raio verde atingiu o ombro do Inácio, ficou um eritema (mancha) que se espalhou pelo braço e pescoço. Inácio morreu 59 dias depois com leucemia. Não sabemos se o raio verde causou a leucemia, ou se o médico que assinou o atestado de óbito colocou leucemia por não saber o tipo de "doença" que matou Inácio.

05 - Caso Tiago Machado
Em 06 de fevereiro de 1969, o jovem Tiago Machado, residente na cidade de Pirassununga, no Estado de São Paulo, logo pela manhã, foi acordado por sua mãe, a qual disse que havia pousado uma estranha nave em um terreno baldio, não muito longe do local. Tiago se vestiu e foi até a rua verificar. Voltou correndo para casa e pegou o binóculo. Ao ver que realmente era uma nave diferente, Tiago resolveu ir até o local, distante aproximadamente mil metros. Ao chegar perto na nave, uma escotilha se abriu na parte superior e um ser saiu flutuando até chegar ao solo. Tiago, nervoso, acendeu um cigarro. O ser olhou de uma forma estranha e o Tiago ofereceu cigarros para o ser. O ser continuou olhando, na distância de aproximadamente seis metros. Tiago então jogou o maço de cigarros perto do ser. O ser aproximou a mão do maço. O maço flutuou e grudou na mão do ser, que a levou para a perna e o maço desapareceu. Nesse instante, os parentes e vizinhos resolveram se aproximar também, quando o ser flutuou e entrou na escotilha. Com um estranho aparelho, o ser disparou um "tiro" de luz que atingiu a coxa direita do Tiago, deixando-o completamente paralisado. A nave flutuou e desapareceu em alta velocidade. O Tiago foi socorrido no hospital da cidade e a AFA – Academia da Força Aérea – isolou o local do pouso e pesquisou a ocorrência.

06 - Caso Onílson Pátero
Em 1973, Onílson Pátero estava retornando para sua residência, em Catanduva, uma cidade do interior do Estado de São Paulo, à noite, quando uma luz se aproximou e parou a uns dez metros de distância e uns seis metros de altura. Um filete de luz azul foi projetado sobre o carro, o qual ficou "transparente, onde Onilsom podia ver o motor através do sólido painel. A luz começou a esquentar o ambiente quando Onílson se retirou do carro e saiu correndo. Algo invisível o agarrou e ele desmaiou. Posteriormente foi levado para o hospital, e após vários exames, foi dispensado. Quase um ano depois, novamente Onílson estava retornando para sua casa, agora em 1974, quando novamente apareceu a nave e o abduziu. Onílson desapareceu. A família comunicou a polícia. Logo depois o seu carro foi encontrado. A mala com documentos, cheques e dinheiro estava intacta. A polícia desconfiou ser um assalto com assassinato e passou a procurar o corpo de Onílson. Cinco dias depois Onílson foi abandonado na cidade de Colatina, no Estado do Espírito Santo, a 1.000 Km de distância de Catanduva. Mesmo tendo permanecido cinco dias no interior de um disco voador, Onílson, mesmo sob hipnose, se recordou de algumas horas dentro daquela estranha nave.


07 - O Fenômeno Chupa-chupa

Em 1977, na ilha de Colares, no Estado do Pará, os moradores eram atacados à noite por uma estranha luz que projetava um filete luminoso no peito das pessoas e desmaiavam. Quando acordavam estavam anêmicas. A Dra. Adelaide atendeu mais de 200 casos. O terror se espalhou pela cidade e cidades vizinhas, e os moradores não saiam mais à noite. Assim, a Aeronáutica Brasileira enviou vários militares para descobrir o que estava acontecendo. Esse evento foi conhecido como Operação Prato e foi comandada pelo Coronel Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima. Fizeram centenas de fotos e vários filmes. Os militares tiveram avistamentos muito próximos. Quando o fenômeno cessou, os militares encerraram suas atividades. Para surpresa da Ufologia, em outubro de 1997, o Coronel Hollanda deu um depoimento detalhado aos pesquisadores Ademar José Gevaerd e Marco Antônio Petit – respectivamente editor e co-editor da Revista UFO brasileira. Infelizmente, todas as fotos e os filmes não foram liberados pela Aeronáutica.

08 - A noite oficial dos OVNIs
Entre março e setembro de 1986, tivemos uma onda ufológica muito grande no Brasil. Em 19 de maio tivemos o pico máximo. O Operador da Torre de Controle de São José dos Campos - SP, o Segundo Sargento da Aeronáutica Sérgio Mota, logo após anoitecer, percebeu dois pontos luminosos no céu, o qual verificou não se tratar de estrelas. Mota acionou o centro de radares de Congonhas, o qual confirmou a presença de vários UFOs na região. No total foram 21 UFOs nos céus do Brasil naquela noite. Logo depois o CINDACTA I – Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo 1 – passou a rastrear tais objetos e o CODA – Centro Operacional de Defesa Aérea –, foi acionado e ficou de prontidão.

Nesse instante, o Coronel Ozires Silva estava retornando de Brasília, juntamente com o Comandante Alcir Pereira da Silva, a bordo de um avião Xingu. O Sargento Mota pediu a ele para ver se tinha contato visual. Orientado pelo radar, o Coronel Ozires passou a perseguir um desses objetos. Nesse dia, o Coronel Ozires tinha ido à Brasília, quando deixou a Presidência da Embraer e recebeu das mãos do Presidente José Sarney a Presidência da Petrobrás. O Coronel Ozires foi Ministro da Infra-estrutura no Governo do Fernando Collor.

Logo depois três caças F5 levantaram vôo da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, e mais três caças Mirages levantaram vôo da Base Aérea de Anápolis, em Goiás. Perseguiram os 21 UFOs por quase três horas e depois retornaram. O piloto Capitão Aviador Márcio Brisola Jordão, piloto de F5, foi perseguido por 13 UFOs, seis de um lado e sete do outro lado. Depois que os caças retornaram às suas bases, o UFOs retornaram e deram um verdadeiro show aéreo sobre a cidade de São José dos Campos.

A maior surpresa foi o então Ministro da Aeronáutica Brigadeiro do Ar Otávio Júlio Moreira Lima, nos dias seguintes, ter vindo a público e falar abertamente sobre o ocorrido, inclusive colocando os pilotos e os operadores de radares à disposição da Imprensa. O Ministro prometeu um relatório em 60 dias, mas até hoje não foi liberado. Foi um momento histórico da Ufologia Brasileira – INESQUECÍVEL.

09 - Caso Varginha

Sem sombra de dúvida, o caso mais importante da Ufologia Brasileira ocorreu em 20 de janeiro de 1996, na cidade de Varginha, no Estado de Minas Gerais. O pesquisador e advogado Ubirajara Franco Rodrigues, que mora em Varginha, tinha acabado de chegar de uma viagem, no dia 21, quando soube que três meninas haviam visto uma estranha criatura, a qual foi capturada pelos militares e levada para um hospital da cidade. Ubirajara iniciou a pesquisa e logo verificou que algo grande e sério havia ocorrido em sua cidade. Mais uns dias de pesquisas e logo se descobriu que os bombeiros capturam uma estranha criatura, no bairro do Jardim Andere, por volta das 10:30 da manhã do dia 20 de Janeiro de 1996, a qual foi levada embora pelos militares da ESA – Escola Preparatória de Cadetes do Exército Brasileiro.

No mesmo dia, por volta das 15:30 horas, A Kátia, a Liliane e a Valquíria, estavam retornando do trabalho quando viram uma estranha criatura, abaixada, próximo de um muro, em um terreno baldio. Pensando estar frente a frente com o Diabo, elas saíram correndo do local. No mesmo dia, já de noite, por volta das 20:00 horas, a Polícia Militar fez uma outra captura, cuja estranha criatura foi levada ao hospital Regional. De madrugada, essa criatura foi levada para o hospital Humanitas, da qual saiu morta no fim do dia 22 de Janeiro de 1996. Com o auxílio de um comboio militar, contendo três caminhões e vários carros, o Exército levou o corpo dessa criatura para a Cidade de Campinas, no Estado de São Paulo, onde o médico legista Dr. Fortunato Badan Palhares, junto com uma equipe especial, realizou inúmeros exames. Apesar de todas as autoridades, militares e civis, negarem os fatos, houveram muitas testemunhas, e com certeza, o Caso Varginha ainda vai ser muito comentado.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ciência está perto de conectar cérebro e máquina




O desenvolvimento da tecnologia que permite controlar máquinas apenas com o pensamento mostra estar em um ritmo acelerado e traz esperança para pessoas que têm deficiências físicas, principalmente as mais graves, como a tetraplegia. O Futurando mostrou de que forma cientistas de uma universidade em Freiburg, na Alemanha, trabalham em um projeto para conectar os pensamentos a computadores e máquinas. Mas eles não estão sozinhos no desenvolvimento da neurotecnologia. Cientistas de várias partes do mundo, principalmente dos Estados Unidos, também têm pesquisas intensivas e bem sucedidas neste sentido.
Apesar desta área de conhecimento ser relativamente antiga, podem-se considerar fundamentais para esta ciência os avanços conseguidos no últimos 30 anos. A neurotecnologia compreende todos os estudos e projetos relacionados ao funcionamento do cérebro. Isso engloba pesquisas desde o desenvolvimento de medicamentos, estudos de comportamento, até o desenvolvimento de uma tecnologia capaz de captar e codificar impulsos cerebrais. Na década de 1990, equipamentos para ressonância magnética e tomografia computadorizada possibilitaram a obtenção de imagens dos aspectos físicos e funcionais do cérebro.
Com o avanço rápido de tecnologias para mapear a mente humana, o próximo passo foi entender sua dinâmica, essencial para as atuais pesquisas de interface cérebro-máquina. Há pouco tempo, cientistas de universidades norte-americanas apresentaram resultados positivos na tentativa de transformar impulsos cerebrais em movimentos. Dois projetos diferentes provaram ser possível uma pessoa com quadriplegia enviar sinais do cérebro a um computador e movimentar uma máquina.
A Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh publicou resultados obtidos com uma mulher que está tetraplégica há oito anos. Jan Scheuermann, 53 anos, conseguiu mover um braço mecânico, girando e dobrando o pulso intencionalmente. De acordo com a universidade, esta foi a primeira vez que uma pessoa nestas condições conseguiu movimentar um braço robótico, com aparência humana, para executar movimentos do cotidiano com precisão.
Na mesma linha está sendo desenvolvido o projeto BrainGate2, que reúne especialistas da Universidade de Brown e Stanford, o Hospital Geral de Massachusetts e o Centro Médico de Providence. Um de seus testes foi com uma mulher de 58 anos, que ficou tetraplégica após sofrer um derrame cerebral, há mais de 15 anos. Por meio de implantes cerebrais, ela conseguiu comandar a mão mecânica para levar um copo de café à boca.
Os teste foram bem sucedidos, mas apesar disso, o trabalho de pesquisa e desenvolvimento na área da neurotecnologia precisa continuar para que os protótipos sejam aperfeiçoados e possam ser utilizados por outras pessoas. O desenvolvimento dessas pesquisas exige o conhecimento de neurocientistas e de diversas outras áreas de atuação.
Entender o cérebro é apenas uma parte da missão. Por causa de sua complexidade e da dificuldade em transformar seus sinais em comandos, engenheiros, especialistas em informática, robótica e matemáticos estão envolvidos em projetos para desvendar os mistérios da mente e fazer máquinas responderem aos estímulos humanos.