terça-feira, 26 de março de 2013

Ovnis e Extraterrestres na antiguidade


muitos acreditam que os OVNIs são fenômenos que começaram a surgir logo depois da primeira aparição pública em Roswell , no Novo México. quando prováveis restos mortais e peças de naves forma escondidas no hangar da Aréa 51 ( uma base militar americana no deserto de Nevada). Mas a verdade é que desde os tempos pré históricos, antigos e até bíblicos, que temos relatos impressionantes de navese seres de luz que visitaram nosso planeta em tempos remotos.
primeiro de tudo temos que fazer uma buscas pelas religiões antigas e entrar no livro Gênese da Bíblia: 

(Génesis) : “..Entrementes os homens haviam se multiplicado na terra e lhes tinham nascido filhas. Os filhos de Deus vendo a beleza das filhas dos homens tomaram por esposas aquelas que mais lhes agradaram... [ mais adiante..] ..” e havia naquele tempo gigantes sobre a terra e houve-os também depois que os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e destas nasceram filhos, são estes os heróis famosos desde o tempo antigo..”  Se deixarmos de lado o fato mitológico e buscarmos o fato de que estes seres podiam ter uma tecnologia de engenharia genética que fizeram do homem sua imagem e semelhança como diz na Bíblia, veremos que isso é possivel sim pois hoje em dia nossos laboratórios estão repletos de experiências genéticas bem sucedidas.
pintura da capela Sistina - Acriação de Adão - Michelangelo
Notem bem a distinção entre filhas dos homens e filhos de Deus.! 


Há indícios da presença de extraterrestres na terra desde 1,5 mil anos AC.. Há relatos escritos dos Sumérios acerca disso. 
-Também nos livros sagrados de Dzyan conta-se que os “pitris” (filhos dos homens celestes) foram os 1ºs na terra, e que os “Reis de luz” ocupavam tronos celestes... 
-O “Nihongi”,Japão, descreve seres divinos que desciam do céu em barcos “celestes” e que se uniram às filhas dos homens. 
-O “Rig Veda”,Índia, narra histórias de seres celestiais que desciam à terra para amar ou guerrear, o mesmo se conta de Ramaiana...Rama voava no seu carro aéreo em busca da esposa Sita. 
-Os índios Hopi, (nos EUA) acreditavam que os seus ancestrais teriam vindo de outros mundos do Cosmo, os Navajo e Sunis veneravam deuses loiros de outros mundos. 
-Os índios Machiguengas do Peru, falavam no povo do céu que veio numa estrela muito brilhante. 
-O “livro dos mortos” do antigo Egipto fala em legiões no céu e de seres brilhantes. 
-Os Dogons (tribo de Àfrica Ocidental; talvez descendentes de um povo egípcio) saíram da Líbia há vários séculos, fixando-se em Mali (África Ocidental) levando consigo as tradições astronómicas que remontam ao Egipto pré-dinastíaco anterior a 3200 A.C., 
- Os ciclopes, Titãns, filhos dos Titãns, gigantes como Orion, Prometeus entre outros da mitologia Grega.

Em 1940 os sacerdotes dogons contaram aos antropólogos Franceses uma tradição oral secreta da tribo, referente a uma estrela Sírius (8,6 anos-luz da Terra).
Eles sabiam que Sírius tem uma estrela companheira , invisível a olho-nu, muito densa, e que gira sobre o seu próprio eixo. (só foi fotografada pelos cientistas em 1970). 

Eles afirmam ainda que uns “Nommos” era seres repugnantes, pisciformes, anfibios, que chegaram numa “arca” e era provenientes de uma 3ª estrela (planeta) orbitando Sírius. 

OS VIMANAS

O Mahabharata, um poema épico da antiga Índia, é mais volumoso do que a Bíblia e tem mais de 5000 anos.
Nele encontram-se descritas histórias intrigantes como a das Vimanas, máquinas voadoras, movidas a mercúrio e forte vento propulsor, que teriam navegado a grandes alturas. Uma tradução de N. Dutt, Inglaterra 1891 é assim: «Por ordem de Rama,o carro maravilhoso subiu com enorme estrondo por uma montanha de nuvens..» [...] «Bhima voou com a sua Vimana num raio imenso, que tinha o clarão do Sol e cujo ruído era como o trovejar de um temporal...» (C.Roy, 1889 ).
No Mahabharata o autor relata factos com grande precisão, relata que uma arma avançada poderia matar todos os guerreiros que usassem metal no corpo, a arma causava o efeito de fazer cair os cabelos e as unhas das mãos e dos pés. 
essas Vimanas, são naves Também de  Procedência Atlante, pois seus condutores tinham as mesmas armas que usavam nas guerras descritas por Platão e outros escritores. Os Atlantes também conheciam a tecnologia antigravitacional, que provavelmente repassaram a matéria prima ou apenas faziam sobrevôos de rotina na ìndia antiga. 


Os livros antigos dizem que o império Intudhama (Hindu) estava em conflito com sua civilização mãe (Atlante ou Azmes ou Gimelius). A guerra e deu pois os Atlantes deixaram a mente AKáshika espiritual, para a mente materialista e racional, se corrompendo com as coisas materiais.

Isso provocou um enfrentamento com os Hinds, que tanto ensinaram e compartilharam seu misticismo com o povo que doou a tecnologia dos VIMANAS  
e muitas outras.

A palavra ATALA (em Sânscrito, terra submersa) se diz de uma olha branca no oceano atlântico.” Atala ficou submersa quando a guerra aconteceu e destruiu sua montanha (Pirâmide Central)”. Na verdade Atála do Hindus é Atlântida. Eles tinham esperança de se ascender novamente na Era de Aquário em 2012.

Mahabharatha (devanágariमहाभारत, transl. Mahābhārata)

Neste livro , e em escrituras atlantes , essas naves chamadas Vailixis ou Vimanas , que tinham tecnologia antigravitacional mais avançada e podiam se deslocar em todas as direções  e também na água, tinham mísseis, raios laser e até bombas atômicas. Falam de naves que voavam através do firmamento , acima dos ventos , que disparavam armas de raios de luz que incineravam tudo ao seu redor.
O Mausola Purva, outro livro hindu, diz de uma arma que brilhava com o poder de 10 mil sóis.

“cuka, a bordo de uma vimana de grande potencia, lançou sobre a cidade um projétil único triplo carregado com todo o poder do universo. Uma coluna incandescente de fumaça e chamas, tão brilhante como o de 10 mil sois, subiu em todo seu explendor...quando o Vimana chegou a terra de volta, parecia um bloco de esplendida de antimônio descansando no chão.”


Alguns templos na ìndia, eram cópias exatas das naves que voavam na época

DEUSES ANTIGOS



Alguns Autores que me canso de relatar, buscam evidências cavando a história da humanidade como Erich Von Daniken, que estudou através de pinturas rupestres, tribos indígenas que criaram uma religião so de ver um dos nossos aviões no céu, que confundiram como "deuses" que desciam do céu. A Partir desse principio ele afirmou que os homens antigos, cultuavam as naves e os OVNIS como deuses vindo dos céus e das estrelas. Zecharia Sitchin, estudou mais a fundo os Sumérios, e descobriu que eles também foram visitador por deuses gigantes que se passaram por reis e voavam através do céu com suas naves. Os filhos de deus, nesse caso eram os NEFELIM, outro grande avanço na Engenharia Genética. Os Anunnakis(seres vindo das estrelas) viriam de um planeta chamado NIBIRU, no qual já mencionei aqui.

O aspecto "divino" desses seres começou à ser atribuído na medida em que seus herdeiros diretos na hierarquia de poder, os faraós do Egito, utilizavam essa condição para legitimar e garantir sua posição no poder, como "filhos dos deuses". 


As sociedades que foram influenciadas diretamente pela Suméria, como as greco-romanas e indo-européias, distorceram a condição dos Anunnaki em relação aos sumérios, passaram a adorá-los como "deuses" e acabaram consolidando o politeísmo.


Divindades de diversos lugares como Zeus, Apollo e Posseidon, na Grécia; Ptah, Ra e Hórus no Egito; Brahma, Vishnu e Shiva, na India ou Odin, Thor e Loki, na Escandinávia eram os mesmos Anunnaki. Isso se baseia no princípio de que os mesmos nomes não são pronunciados em culturas diferentes, Maria para nós é Mary para os americanos.
Note que a estatura dos deuses era muito maior que a dos homens normais.
Os hebreus que repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o conceito dos Anunnaki, de outra forma, adotando no singular o termo "elohim"(que é plural = deuses) para se referir à um Deus único.

Sitchin revela que isso ocorreu porque os semitas eram uma nação serviente à ENLIL, o autoritário e vingativo comandante Anunnaki que, se apresentava para os hebreus como Javé (YWHW) e teria formado uma aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do deserto, por quarenta anos, em direção à Cashemira, na India.

Que segundo Däniken, seria a verdadeira terra prometida e não a Palestina. Ele afirma que esse longo período no deserto, foi uma experiência feita por ENLIL para garantir a não interferência de outros povos na linhagem genética dos semitas, que eram seus protegidos (enlititas).



o grande astronauta retratado no livro de Däniken
  uma antiga representação do que seria hoje um onibus espacial, encontrado na Colômbia


      

Artefatos milenares do Peru e México comparadas c/ fotos de astronautas e pilotos modernos
Algumas placas sumérias continham um diário de ENKI, que foi traduzido por Sitchin e publicado com o título "O Livro Perdido de ENKI".


Nessas crônicas ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para "brincar de Deus".


Eles sabiam perfeitamente da existencia do Logos primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra para a mineração da Terra, como já foi dito antes.

Como ENLIL, sempre rivalizou com ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas.
A vastidão do universo dá certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador.


E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnaki, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior.


Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas, mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria ser divulgada.


Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru. 


Abaixo temos outra série de relatos registrados por historiadores romanos do passado que são documentos vivos da presença extraterrena:
 

223 a.C. "Em Auriminiun, uma luz brilhante como o dia iluminou a noite; em várias regiões da Itália, três luzes se fizeram visíveis durante a noite." (Dion Cassius, História Romana, livro 1).

222 a.C. "Três luas apareceram também ao mesmo tempo, sob o consulado de Gnaeus e Gaius Faunus." (Plínio, História Natural, livro II, cap. 32).

218 a.C. "Na província de Amiterna, viu-se em vários lugares o aparecimento de homens com vestimentas brancas, vindo de muito longe. O globo do sol tornou-se menor. Em Plaeneste, lâmpadas cintilantes no céu. Em Arpia, um escudo no céu...

Navios fantasmas apareceram no céu". (Tito Livio, História Romana, livros XXI e XXII).

214 a.C. "Em Hadra, um altar (plataforma) foi visto no céu, e junto a ele formas de um homem em vestimentas brancas." (Tito Livio, História Romana, livro XXI).

122 a.C. "Na Galia foram vistos três sóis e três luas." Julius Obasequens, Prodigiorum, cap. 114).

91 a.C. "Perto de Espoletium, uma esfera da cor de ouro rolou até o solo, aumentou de tamanho, parecendo em seguida deslocar-se acima do solo em direção a Leste, e tornou-se grande a ponto de cobrir o sol." (Julius Obasequens, Prodigiorum, cap. 114)... 

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